Jácome, um dia viu uma das suas invenções na janela da cela onde ele estava. Era o seu pássaro a vapor e perguntou ao pássaro onde é que as crianças estavam e se elas já sabiam de alguma coisa. O pássaro disse que elas estavam na escola e não sabiam de nada. Então foi aí que Jácome disse ao seu pássaro a vapor para dizer às crianças que estava preso.
As crianças, ao ouvir o que o pássaro a vapor tinha para contar ficaram logo tristes e começaram a pensar em ajudar o Jácome e ninguém tinha uma solução. Faltava uma criança de olhos azuis e cabelo castanho. Quando ela chegou e ouviu o que disse o pássaro ficou triste como os outros, pensou um bocado e teve uma ideia e exclamou:
- Ei, malta encontrei uma solução!- disse ela.
- Qual é?- disseram todos ao mesmo tempo.
- Vamos à oficina do nosso amigo Jácome, buscar as suas invenções e depois digo-vos – disse a menina.
Foram à oficina de Jácome e chamaram todas as suas invenções.
Tentaram entrar na prisão, mas os policias não deixaram entrar e começaram logo a aplicar o seu plano. Distraíram os polícias com as suas lagartixas arco-íris. Pegaram na tinta invisível e espalharam a tinta no chão e os polícias escorregaram na tinta invisível. Com o seu frasco voador deram um inteiro a um polícia e ele adormeceu. Pegaram nas chaves, mas havia um problema, não sabiam qual eram as chaves e Jácome estava a dormir e um amigo de Jácome disse:
-É a décima chave.
-Obrigada.- Disseram as crianças.
-De nada- respondeu o amigo de Jácome.
Abriram a jaula de Jácome e acordaram-no.
Jácome ficou muito feliz.
A partir desse dia os adultos começaram a gostar de Jácome e das suas invenções.
Fim!
Leonor Martinho Marques.
