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EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

Uma noite de temporal na praia

     Estava eu na casa da minha tia na praia, numa tarde de Outono com vento e nevoeiro.

     Tinha chegado a hora de ir dormir. Estava tudo escuro e sossegado. Quando estava quase a adormecer, ouvi um grande trovão. Levantei-me de imediato e tentei acender a luz mas não consegui, pois tinha falhado a luz. Lembrei-me então que tinha uma lanterna na segunda gaveta da mesinha de cabeceira.

      Foi então que fui à janela e percebi que estava uma noite de temporal, com tempestade e chuva. Vi o mar com ondas grandes e perigosas. Tínhamos também a varanda inundada de tanta chuva que caía. Então fui para a cama e adormeci.

      Não parecia uma noite de Outono, mas sim de Inverno.

 

 

 

MARGARIDA LIMA

TURMA G7- 4º ANO

Texto

Noite de temporal na praia

 

Eu lembro-me de uma vez que fiquei numa casa, no Algarve, mesmo em frente à praia. Fiquei uma semana naquela casa e só vi uma vez a maré tão alta que cobria a areia toda. Fiquei tão espantada porque na tarde anterior tinha estado muito sol que eu até apanhei um escaldão.

O mar, nessa noite, varreu a praia toda, deixando a areia limpa e o lixo todo no cimo da praia. Na manhã seguinte, só havia búzios e conchas no chão e à beira-mar só havia algas, que se prendiam nos pés.

Choveu tanto nessa noite que eu até pensei que ia chegar à nossa casa. Felizmente isso não aconteceu. Mas algumas garagens que eram baixinhas, ficaram cheias de água.

Foi uma noite com muita chuva. Que susto que eu apanhei!

 

 

ANA RAQUEL

 TURMA G7 - 4º ANO

Uma noite de temporal na praia

 

            Certa noite, o céu escureceu mais do que o normal! Adivinhava-se um temporal! Fui para a cama e começou a chover. A chuva era muito forte, o vento uivava de tal forma que nem debaixo dos cobertores, se deixava de ouvir. De repente, um forte trovão deixou-nos às escuras. Estava toda a gente assustada que ninguém conseguia dormir! Afinal estávamos no Verão?

            A chuva inundou a praia, a maré subiu e destruiu os bares de apoio.

            A nossa casa era muito próximo da areia e eu só imaginava que durante a noite o mar nos ia engolir!

            De tantas asneiras pensar, adormeci no chão da sala.

            Na manhã seguinte mal acordei, fui a correr à janela ver se tinha sonhado aquela medonha noite de temporal.

            Abri a janela e vi uma praia destruída e suja! Os guarda-sóis boiavam na água juntamente com muitas mais coisas que o mar zangado tinha vindo buscar à praia.

            Lá longe avistavam-se uns senhores que limpavam a praia. Todos os veraneantes os ajudaram e assim depressa limpámos o que a tempestade tinha destruído.  

 

MARGARIDA FERNANDES    

TURMA G7- 4º ANO                 

 

Texto

O que penso fazer para ser bom aluno

            Para ser bom aluno eu tenho que estudar, ter os trabalhos limpos, estar com atenção nas aulas, ser assíduo e pontual, esclarecer todas as dúvidas com a professora, fazer os TPC e estudar um pouco em casa, o que se fez durante o dia na aula.

            Devo respeitar as regras, para uma boa relação entre colegas, funcionários e professores.

            Os bons alunos também precisam de brincar e distrair um pouco a cabeça, para quando for hora de estudar, ter a cabeça livre para estudar e entender tudo muito bem.

 

MARGARIDA FERNANDES

TURMA G7 - 4º ANO

 

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Uma iniciativa que pretende oferecer às crianças a possibilidade de percorrerem um surpreendente universo de imagens, de textos e de sons muito apelativos, que lhes despertem a curiosidade pelas letras, pelas palavras e pelos textos.

 

Clica na imagem acima para conheceres melhor este sítio da WEB.

Uma noite de temporal na praia

          
           Estava na minha casa da praia e quando ia para a minha cama, ouvi uns trovões e comecei a ter medo. Quase não conseguia dormir, mas dormi. Ao ouvir o som da chuva, até pensei que era confortável. No dia seguinte acordei com uns trovões. Já me tinha habituado.

Depois comecei a ter medo porque tinha chovido todo o dia e eram só trovões e não conseguia ir para a cama dormir. Era só barulho e mais barulho, mas depois comecei a ler.

Passadas horas já tinha parado e consegui dormir. Mas nos meus sonhos, ainda se ouvia, porque já tinha começado outra vez o barulho. Nos meus sonhos estavam a acontecer coisas boas e continuei toda a noite assim.

De manhã quando estavam todos acordados, eu fui para a cozinha e preparei o meu pequeno-almoço sozinho. Quando comi tudo, fui para a praia nadar na água fresquinha e salgada do mar. Depois fui secar-me para um lugar quente.

 

MANUEL ALEXANDRE

TURMA G7 - 4º ANO

Uma noite de temporal na praia

 

CERTA NOITE, Já NOS FINS DO INVERNO, ACONTECEU UMA TEMPESTADE NUMA ENORME E BELA PRAIA. COMO ERA Já INVERNO, NãO ESTAVA NINGUéM NA PRAIA, POR ISSO, NINGUéM FICOU MUITO FERIDO. MAS O PROBLEMA é QUE A TEMPESTADE COMEçOU A SUBIR PELA PRAIA, E CADA VEZ SUBIA MAIS QUE CHEGOU A UMA PEQUENA ALDEIA. ESTRAGOU FáBRICAS, ESCOLAS, CASAS E TAMBéM ESTRAGOU UM PEQUENO E LINDO MUSEU. ESSE ERA O úNICO MUSEU DA ALDEIA E UMA DAS COISAS MAIS BONITAS DA RUA ONDE SE SITUAVA.

            NESSA RUA HABITAVA, NUMA CASA MUITO COLORIDA, UM MENINO CHAMADO EDMUNDO.

            A ALDEIA TINHA SIDO QUASE TODA DESTRUíDA, MAS A CASA DELE NãO. ENQUANTO ISTO SE PASSAVA, EDMUNDO DORMIA, EMBORA PARECESSE QUE OUVIA O BARULHO DA TEMPESTADE. MAS COMO SONHAVA PROFUNDAMENTE, NãO O IRRITAVA.

            NO DIA SEGUINTE, QUANDO ACORDARA APERCEBERA-SE DA TEMPESTADE QUE TINHA ACONTECIDO E QUIS LOGO VER SE A ALDEIA TINHA SIDO DESTRUíDA.

            Enquanto revistava algumas casas à beira-mar, veio uma enorme onda que o levou.

            - SOCORRO! SOCORRO! ALGUéM ME AJUDE!- GRITAVA ELE MUITO ASSUSTADO.

            Passado algum tempo, a onda foi-se embora e ele perguntava para si mesmo como se poderia ter passado aquilo. Era a primeira vez que ele tinha visto aquilo. Parecia que não era verdade.

            Até que acordou com um grito da mãe que também acordara quando Edmundo pedia socorro.

- O que é que tens? - perguntou a mãe.

-Tive só um pesadelo. - respondeu Edmundo muito atrapalhado. Apercebendo-se que tudo tinha sido um sonho.

 

ANA LUíSA

TURMA G7 - 4º ANO

Uma noite de temporal na praia

 

Em Setembro, João foi de férias. A casa que os seus pais alugaram era perto do mar.

Da casa onde estavam podia-se ver o mar, as rochas e as crianças a brincar na areia.

Era bom, à noite estar na cama e ouvir o mar bater nas rochas. João adormecia sempre com esse cântico.

Mas, certa noite João ouviu barulhos estranhos. Foi à janela e ficou assustado. O mar estava muito forte e quase chegou à sua casa. Ouvia-se tanto barulho, tantos trovões que pareciam gritos. O mar estava mau.

O vento parecia que assobiava. Era tão forte que o João pensou que ia destruir tudo. De repente a luz falhou, ficou tudo às escuras.

João chorou com medo, ficou com tanto medo que adormeceu nos braços da sua mãe. Quando acordou, ainda estava assustado. Devagarinho deitou a cabeça fora dos cobertores, tentou ouvir o barulho, mas não ouviu nada.

Levantou-se, foi à janela e ficou espantado. O mar estava calmo, o céu estava azul, o sol brilhava e as crianças brincavam na areia. Parecia que nada tinha acontecido.

João pensou, que tinha sido um sonho.

 

 

 

CALDAS DAS TAIPAS, 6 DE OUTUBRO DE 2010

PEDRO MANUEL FREITAS RODRIGUES

TURMA G7 - 4º ANO

 

Uma noite de temporal na praia

 

/Numa noite de temporal, eu estava num hotel mesmo à beirinha da praia, a dormir./

/Davam trovões, caía chuva e eu estava a dormir. De repente deu um trovão muito forte e eu acordei, mas logo de seguida fechei os olhos e adormeci. Depois da chuva, vento e trovões, deu um trovão ainda mais alto e eu acordei outra vez. /

/Fui à janela, abri-a e fiquei cheia de frio. Depois fechei a janela e tentei dormir, mas não consegui porque estava muito barulho. Quando olhei para a minha mãe, ela também estava acordada e eu abracei-me a ela e adormeci./

/De manhã acordei, fui à janela e era muito estranho porque o céu estava limpo sem nuvens e o sol muito brilhante. Rapidamente vesti o biquini e fui a correr para a praia para dar um mergulho./

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/JOANA / /TURMA G7 - 4º A/

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06 Out, 2010

As castanhas

castanhas.jpeg

As castanhas são as sementes dos castanheiros. Elas nascem nos ouriços. Os ouriços picam muito.

Os castanheiros são árvores de folha caduca. Eles podem viver mais de mil anos. O Castanheiro Velho, na Arrifana, é o mais grosso e o mais velho de Portugal, tem cerca de 2000 anos.

 

Texto colectivo da turma 2B Texto escrito pelo Fábio e Catarina

05 Out, 2010

JOGO DA FORCA

jogo da forca.jpg

Queres jogar ao Jogo da Forca?

 

Tenta acertar na palavra proposta, tendo como ajuda o número de letras e o tema ligado à palavra. A cada letra errada, é desenhada uma parte do corpo do enforcado. O jogo termina quando acertares na palavra ou com o desenho completo do enforcado.

 

Boa sorte!

05 Out, 2010

Letroca

LETROCA.jpg


Esse jogo é muito simples de jogar, o site dar-te-á algumas letras e com essas letras terás que formar o maior número de palavras possível. Quando acertares a palavra principal, poderás passar de fase. Vê quantas palavras consegues formar com as letras apresentadas!
Podes optar por jogar com ou sem tempo determinado.



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