Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

Os dois meninos especiais

Era uma vez uma família muito rica que era composta por doze
elementos: o Pai, a Mãe e os seus 10 filhos.
Um dos filhos, o mais velho tinha sido atropelado aos dois anos e
ficara paralítico.
Ser rico não era lá grande coisa para aqueles filhos, porque os pais
não lhe davam atenção nem carinho, mas sim prendas. Outro dos irmãos,
desgostoso daquela situação decidiu fugir com o seu irmão paralítico e
levou consigo um cão para os proteger do perigo. Preparam tudo para
partirem de madrugada. Não o conseguiram fazer pois o cão tinha lhes
fugido e levaram bastante tempo para o encontrar. Quando já estavam
fartos e cansados de o procurar decidiram partir sem ele para seu
espanto encontraram-no na porta da frente a dormitar.
ALELUIA! Encontramos o cão e agora vamos partir com todos os elementos.
Os pais, estranhando a demora da presença dos filhos ao
pequeno-almoço, ordenaram que dois empregados fossem ao quarto dos
filhos. A empregada voltou com lágrimas nos olhos e os pais
aperceberam-se que algo se passava. Então foram ver o que se passava e
repararam que os seus dois filhos não estavam a dormir. Procuraram-nos
pela casa toda e nem sinal deles. Entretanto os dois irmãos lá
seguiram viagem. Era Inverno e tinha havido uma tempestade e eles
encontraram uma caverna e abrigaram-se juntamente com um gatinho bebé
e outros animais. Eles ficaram deveras admirados e pensaram que tinha
de haver outra entrada. Lá dentro encontraram figuras rupestres e
fosseis de dinossauros e muita lenha!
O tempo estava a melhorar e eles fizeram uma fogueira para cozinharem.
Por fim encontraram uns castros reconstruídos. Nos dos castros existia
uma geleira que tinha iogurtes, sumos e até ovos de dinossauros.
Estava deserta portanto decidiram ficar a viver lá, até porque havia
lá comida.
Os dois rapazes (com uma super cadeira de rodas) resolveram dar um
passeio e de repente avistaram um burro perto de uma lixeira. Também
tinha lá imensos electrodomésticos, móveis e dois colchões.
O Gonçalo (irmão do paralítico) pegou nos electrodomésticos que por
acaso funcionavam a energia solar e no resto dos objectos e carregaram
o burro com eles.
Quando regressaram ao castro despejaram o burro e prenderam-no a um
pau de ferro cheio de ferrugem e mobilaram o castro, comeram um pouco
do que havia na geleira e deitaram-se nos colchões. Como nessa noite
houve uma tempestade apareceu no castro homem de barbas que lhes
perguntou quem eles eram e o que faziam ali. Eles responderam que os
pais deles só lhes davam prendas e não lhes davam carinho.
Eles pediram-lhe para que os deixassem viver lá, enquanto não tinham
lugar para habitar.
Ficaram lá cerca de 2 anos. Brincaram, faziam eco, contavam anedotas,
o velho dava-lhes carinho e também lhes contava histórias para
adormecerem, passado algum tempo partiram à descoberta, mas o homem de
barbas avisou-os que havia um túnel perto caverna. Eles prometeram,
que iam ter cuidado para não caírem lá dentro. O irmão mais novo que é
mais espevitado disse para o paralítico que gostaria de ir investigar
aquele poço. Catrapum!!Catrapum!!! O irmão do paralítico caiu ao poço.
O seu irmão chamou o velho de barbas, chamado Álvaro, ele foi buscar a
sua cana de pesca e estendeu-a ao rapaz para ele subir. O irmão do
paralítico subiu fazendo escalada. O paralítico sorrindo abraçou-o
sorrindo e deu-lhe beijos de alegria.
Como já estava quase de noite o Álvaro decidiu acender a fogueira para
os aquecer e aproveitaram e comeram cereais.
Como já estava de noite a fogueira apagou-se e eles adormeceram. O
Álvaro pegou neles e levou-os para os colchões
No dia seguinte o Álvaro pegou no paralítico e sentou-o cadeira de
rodas para tomarem o pequeno almoço. Acabaram de o tomar e repararam
que o burro tinha fugido. De seguida os dois irmãos decidiram explorar
aquela zona à volta dos castros e viram um túnel. Caminharam horas a
fio até que já se via um pouco de luz, mas não sabiam onde iriam dar
pois tinham vários túneis. Como o cão e o gato andavam pegados o cão
irritado encostou-se a uma parede e uma das pedras abriu-se e
conseguiram ver um pouco dos raios de sol. Eles estavam confiantes que
iriam encontrar um lugar para habitarem.
Quando avistaram num lindo campo de flores, margaridas, rosas,
tulipas, cravos, papoilas, jarros, orquídeas e também animais e vastos
cereais como milho, centeio e trigo. Era uma paisagem paradisíaca, com
muitas cores, caracterizada pelos cereais, flor e animais.
Avistaram também um camponês ao longe e perguntaram-lhe se conhecia
algum orfanato para eles viverem. O homem disse-lhes que não conhecia
nenhum orfanato, mas que eles podiam viver com ele e com a mulher,
pois não tinham filhos e era desejo de ambos terem uma companhia.
Ficaram todos felizes, o paralítico e o João por terem encontrado uma
família onde reinava a alegria, amor, carinho e muita solidariedade. O
Camponês por ter encontrado a companhia que sempre desejara. Até que
chegou a esposa do camponês e estranhou, pois nuca tinha tido filhos,
e essa era uma antiga paixão. O homem explicou-lhe que eram garotos
que tinham fugido de casa e não tinham família. A mulher adoptou-os
com entusiasmo
Um dia antes da festa de Natal a esposa estava a preparar tudo às
escondidas para ser surpresa, e fez tudo para eles não suspeitarem de
nada.
Quando Chegou o dia de Natal, a esposa não tinha dinheiro para comprar
prendas, mas tinha muito carinho, amor e alegria para dar. Passaram o
Natal juntos, a jogar ao peão, e ao rapa com pinhões que tinham
colhido das pinhas do quintal. Foi um Natal inesquecível, para todos.
No dia seguinte tomaram o pequeno-almoço e decidiram com ir com o
camponês e com a esposa, que era feirante até à feira para ver como é
que estava a decorrer.
Eles gostavam muito de sair da sua casa nova, mas também tinham muitas
saudades dos seus pais biológicos.
A casa onde viviam actualmente era bonita estava toda decorada, tinha
muitas flores, e era também limpa e airosa.
No domingo tinham ido a um sitio novo onde os seus pais biológicos
nuca o tinham levado que era a igreja. A mãe adoptiva mando-os rezar,
mas eles responderam-lhe que não sabiam, pois os seus pais verdadeiros
nunca os tinham levado à igreja.
A mãe ensino-os e eles adoraram, adoraram e ficaram gratos pela
atenção, dada pela família que não os conhecia e aceito-os como seus
filhos verdadeiros.
A Amizade das pessoas, não se avalia pelas prendas mas sim pelo amor e
o carinho prestado nesta família. Porque não devemos ser indiferentes
à diferença!




Os amigos
Gonçalo, Barbara e Bruna

O resgate do Pai Natal

Num grande dia de neve, estava o Pai Natal a
acordar quando por trás dele lhe puseram uma venda. O Pai Natal com
medo que lhe acontecesse alguma coisa deixou - se levar.
O duende João viu tudo e tentou segui-los, mas nevava tanto que não
conseguiu avançar, então viu os duendes raptores a irem até ao Bosque
Mágico. Como não conseguia andar mais foi avisar umas crianças que já
tinham participado em várias aventuras com o Pai Natal e que o
conheciam perfeitamente, que se chamavam: Eduarda, Raquel, Catarina e
André.
As crianças não acreditaram, mas foram tentar descobrir se era
verdade. Então viram uma fábrica de brinquedos e pensaram que o Pai
Natal estava lá, mas não estava.
No dia seguinte prepararam-se para uma grande aventura. Foram
procurar o duende João que lhes disse que os raptores tinham ido pelo
Bosque Mágico. Eles foram até lá, mas o duende decidiu ficar na
fábrica para fazerem os brinquedos.
No Bosque Mágico, encontraram belas e formosas criaturas que falavam
português.
Então como a Raquel se dava bem com os animais foi perguntar-lhes se
tinham visto o Pai Natal a passar por lá. Um belo e fofo coelhinho
disse-lhes que eles foram em direção até uma Ilha, que ficava próxima
do Bosque Mágico. A Eduarda, a Raquel e a Catarina disseram que essa
Ilha era muito perigosa. No entanto decidiram ir até lá!
A Eduarda pensava que ía ser fácil sair daquela Ilha, mas de repente
caiu em areia movediça. Ela começou a gritar e o André feito homem
forte foi ajudá-la. Quando o André ajudou a Eduarda ela ficou muito
agradecida e disse-lhe que se lhe acontecesse alguma coisa ela iria
ajudá-lo. De repente a Catarina encontrou a bota do Pai Natal e
começou a chamar os amigos.
Os amigos foram ver o que se passava e viram várias pegadas da bota
do Pai Natal, que iam até á floresta Pica-Pau, o André estava vestido
de castanho e então estava lá um pica-pau que pensou que André era uma
árvore e picou-o. Como a picadela lhe doeu muito, ele deu um grande
berro e a Catarina, a Eduarda e a Raquel assustaram-se, e foram ver se
ele estava bem.
O André ficou tão magoado que já tinha lágrimas nos olhos. Ele
sentiu-se mesmo mal, mas quando viu o chapéu do Pai Natal começou a,
vitória! Feito estérico.
Quando encontraram o chapéu andaram às voltas, para ver se encontravam
algum sinal do Pai Natal. Foram até ao meio da ilha. Lá deram conta
que havia um rio e não tinha uma ponte para passarem para a outra
margem, tinham de atravessar o rio a nado.
Mas havia um pequeno problema é que no rio existiam piranhas e então
eles não sabiam como atravessá-lo.
De repente viram uma árvore inclinada, que chegava quase até à outra
margem da ilha.
Entretanto o André, agarrou-se a um ramo da árvore e passou de
seguida as três amigas, tentaram imitar o amigo, mas quando chegou a
vez da Raquel ela desiquilibrou-se e ia caindo ao rio. Por sorte a
Eduarda ainda estava próxima dela e agarrou-a.
Na outra margem viram uma carta e decidiram apanhá-la.
A Raquel apanhou a carta e leu o nome de Pai Natal, mas de repente
apareceu um pássaro e levou-a. Os amigos seguiram-no e perceberam que
ele era amigo dos duendes que raptaram o Pai Natal, assim eles
seguiram-no e caíram uma armadilha.
O duende pôs-se a rir deles, despistou-se e caiu à beira de uma
árvore com uma armadilha e ficou preso.
Os amigos viram uma chave pendurada num ramo de uma árvore. A
Catarina tentou abanar a árvore para ver se a chave caía e conseguiu.
Entretanto o duende tentou apanhá-la, mas Catarina era uma rapariga
veloz, conseguiu agarrar a chave, antes do duende malvado.
Rapidamente a Catarina abriu a jaula onde tinham ficado presos e os
quatro amigos começaram a correr. A Eduarda viu a carta no chão e
apanhou-a.
O duende viu-a a apanhar a carta e foi atrás dela mas como era um
duende não a conseguiu apanhar
Os quatro amigos estavam de tal maneira desesperados que nem sequer
pensaram duas vezes e passaram logo por uma corda para o fim da Ilha.
Do outro lado havia uma ponte e o André, a Eduarda e a Raquel
atravessaram a ponte sem problemas mas, a Catarina desiquilibrou-se e
caiu.
Os amigos deram pela falta da Catarina e pensaram que ela se tinha
magoado, mas a Catarina estava bem.
De repente a Catarina, com viu pedra, com a gravura de uma gruta. A
Catarina tentou empurrar a pedra, mas não conseguiu então chamou os
amigos para a ajudarem. E em conjunto conseguiram empurrar a pedra
onde descobriram uma passagem secreta.
Os quatro amigos aventureiros e corajosos entraram na gruta.
Já lá dentro, viram uns gatos muito belos, peludos e fofos e
decidiram pegar neles.
Mas de repente transformaram-se em tigres e eles fugiram aterrorizados.
Os quatro amigos encontraram um túnel onde se meteram e saíram à beira
do esconderijo dos duendes.
Como os duendes estavam a preparar o jantar, os meninos aproximaram-se
do Pai Natal e soltaram-no.
As crianças esperaram que anoitecesse.
Quando anoiteceu o Pai Natal disse às crianças que o trenó estava
guardado numa gruta ao lado e eles lá foram pegaram no trenó e no Pai
Natal.
Assim foram buscar as prendas à fábrica e seguiram com o Pai Natal
para distribuírem as prendas.
Eles conseguiram salvar o Natal a milhares de crianças as prendas
porque soltaram o Pai Natal e ajudaram-no a distribuir, porque o trenó
tinha um pó mágico que os levava de imediato para os sítios que
desejassem.


AS AVENTUREIRAS
Eduarda, Raquel Alex e Catarina



Pág. 2/2