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EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

EB1 do Pinheiral

Este espaço vai servir para publicar alguns trabalhos feitos pelos alunos e divulgar atividades realizadas na EB1 do Pinheiral - Caldas das Taipas.

O resgate do Pai Natal

Num grande dia de neve, estava o Pai Natal a
acordar quando por trás dele lhe puseram uma venda. O Pai Natal com
medo que lhe acontecesse alguma coisa deixou - se levar.
O duende João viu tudo e tentou segui-los, mas nevava tanto que não
conseguiu avançar, então viu os duendes raptores a irem até ao Bosque
Mágico. Como não conseguia andar mais foi avisar umas crianças que já
tinham participado em várias aventuras com o Pai Natal e que o
conheciam perfeitamente, que se chamavam: Eduarda, Raquel, Catarina e
André.
As crianças não acreditaram, mas foram tentar descobrir se era
verdade. Então viram uma fábrica de brinquedos e pensaram que o Pai
Natal estava lá, mas não estava.
No dia seguinte prepararam-se para uma grande aventura. Foram
procurar o duende João que lhes disse que os raptores tinham ido pelo
Bosque Mágico. Eles foram até lá, mas o duende decidiu ficar na
fábrica para fazerem os brinquedos.
No Bosque Mágico, encontraram belas e formosas criaturas que falavam
português.
Então como a Raquel se dava bem com os animais foi perguntar-lhes se
tinham visto o Pai Natal a passar por lá. Um belo e fofo coelhinho
disse-lhes que eles foram em direção até uma Ilha, que ficava próxima
do Bosque Mágico. A Eduarda, a Raquel e a Catarina disseram que essa
Ilha era muito perigosa. No entanto decidiram ir até lá!
A Eduarda pensava que ía ser fácil sair daquela Ilha, mas de repente
caiu em areia movediça. Ela começou a gritar e o André feito homem
forte foi ajudá-la. Quando o André ajudou a Eduarda ela ficou muito
agradecida e disse-lhe que se lhe acontecesse alguma coisa ela iria
ajudá-lo. De repente a Catarina encontrou a bota do Pai Natal e
começou a chamar os amigos.
Os amigos foram ver o que se passava e viram várias pegadas da bota
do Pai Natal, que iam até á floresta Pica-Pau, o André estava vestido
de castanho e então estava lá um pica-pau que pensou que André era uma
árvore e picou-o. Como a picadela lhe doeu muito, ele deu um grande
berro e a Catarina, a Eduarda e a Raquel assustaram-se, e foram ver se
ele estava bem.
O André ficou tão magoado que já tinha lágrimas nos olhos. Ele
sentiu-se mesmo mal, mas quando viu o chapéu do Pai Natal começou a,
vitória! Feito estérico.
Quando encontraram o chapéu andaram às voltas, para ver se encontravam
algum sinal do Pai Natal. Foram até ao meio da ilha. Lá deram conta
que havia um rio e não tinha uma ponte para passarem para a outra
margem, tinham de atravessar o rio a nado.
Mas havia um pequeno problema é que no rio existiam piranhas e então
eles não sabiam como atravessá-lo.
De repente viram uma árvore inclinada, que chegava quase até à outra
margem da ilha.
Entretanto o André, agarrou-se a um ramo da árvore e passou de
seguida as três amigas, tentaram imitar o amigo, mas quando chegou a
vez da Raquel ela desiquilibrou-se e ia caindo ao rio. Por sorte a
Eduarda ainda estava próxima dela e agarrou-a.
Na outra margem viram uma carta e decidiram apanhá-la.
A Raquel apanhou a carta e leu o nome de Pai Natal, mas de repente
apareceu um pássaro e levou-a. Os amigos seguiram-no e perceberam que
ele era amigo dos duendes que raptaram o Pai Natal, assim eles
seguiram-no e caíram uma armadilha.
O duende pôs-se a rir deles, despistou-se e caiu à beira de uma
árvore com uma armadilha e ficou preso.
Os amigos viram uma chave pendurada num ramo de uma árvore. A
Catarina tentou abanar a árvore para ver se a chave caía e conseguiu.
Entretanto o duende tentou apanhá-la, mas Catarina era uma rapariga
veloz, conseguiu agarrar a chave, antes do duende malvado.
Rapidamente a Catarina abriu a jaula onde tinham ficado presos e os
quatro amigos começaram a correr. A Eduarda viu a carta no chão e
apanhou-a.
O duende viu-a a apanhar a carta e foi atrás dela mas como era um
duende não a conseguiu apanhar
Os quatro amigos estavam de tal maneira desesperados que nem sequer
pensaram duas vezes e passaram logo por uma corda para o fim da Ilha.
Do outro lado havia uma ponte e o André, a Eduarda e a Raquel
atravessaram a ponte sem problemas mas, a Catarina desiquilibrou-se e
caiu.
Os amigos deram pela falta da Catarina e pensaram que ela se tinha
magoado, mas a Catarina estava bem.
De repente a Catarina, com viu pedra, com a gravura de uma gruta. A
Catarina tentou empurrar a pedra, mas não conseguiu então chamou os
amigos para a ajudarem. E em conjunto conseguiram empurrar a pedra
onde descobriram uma passagem secreta.
Os quatro amigos aventureiros e corajosos entraram na gruta.
Já lá dentro, viram uns gatos muito belos, peludos e fofos e
decidiram pegar neles.
Mas de repente transformaram-se em tigres e eles fugiram aterrorizados.
Os quatro amigos encontraram um túnel onde se meteram e saíram à beira
do esconderijo dos duendes.
Como os duendes estavam a preparar o jantar, os meninos aproximaram-se
do Pai Natal e soltaram-no.
As crianças esperaram que anoitecesse.
Quando anoiteceu o Pai Natal disse às crianças que o trenó estava
guardado numa gruta ao lado e eles lá foram pegaram no trenó e no Pai
Natal.
Assim foram buscar as prendas à fábrica e seguiram com o Pai Natal
para distribuírem as prendas.
Eles conseguiram salvar o Natal a milhares de crianças as prendas
porque soltaram o Pai Natal e ajudaram-no a distribuir, porque o trenó
tinha um pó mágico que os levava de imediato para os sítios que
desejassem.


AS AVENTUREIRAS
Eduarda, Raquel Alex e Catarina