Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

 

 

publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 23:46


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365 Piadas e outras coisas engraçadas

o Rapaz que tinha zero a Matemática

A Cigarra e a Formiga

Tudo ao Contrário!

Viagens de Gulliver

O Rapaz que vivia na Televisão

Contrários

Quem está aí?

A Cavalo no Tempo

Pai, Querido Pai!

Como é o Teu?

A Carochinha e o João Ratão

Se os Bichos se vestissem como Gente

A festa de anos

Contos para rir

Abecedário maluco

Histórias de dedos

A Cidade dos Cães e outras histórias

Há sempre uma estrela no Natal

Doutor Lauro e o dinossauro

Mais lengalengas

Desejos de Natal

publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 15:40


luisa-ducla.jpg


Nasceu em Lisboa a 20 de Julho de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica.
Colaboradora de diversos jornais e revistas, estreou-se com um livro
de poemas, " Contrato".
Recebeu o Prémio Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio
1984-5 por " 6 Histórias de Encantar" e foi galardoada com o Grande
Prémio Calouste Gulbenkian pelo conjunto da sua obra em 1996. Em 2004
foi seleccionada como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian
Andersen.
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 15:31

Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

 

 

publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 00:00

Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

a princesa da chuva.bmp

chuva.jpg


As turmas do 1º e 2º anos estão a trabalhar a história da Luisa Ducla
Soares "A princesa da chuva".
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 23:41

Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

Esta é uma vila com história. Em 1059 surge o primeiro documento a referir-se a Caldelas. Nessa altura quem por cá passou férias, chamou-lhe "Sala de visitas do Minho".

                Nesta vila há alguns vestígios de outros povos, como por exemplo, os Romanos. Eles deixaram-nos alguns monumentos: Ara do Trajano, Ponte Romana, Pelourinho Romano e os Banhos Velhos.

                Em 1940, Caldas das Taipas passou a ser vila. Foi e continua a ser importante devido às suas águas Termais. As pessoas que têm problemas intestinais, estomacais, reumatismo, etc, podem fazer lá tratamentos.

                Existem algumas estátuas a homenagear as pessoas célebres da nossa localidade.

                Cada localidade tem seus próprios usos e costumes. Nesta vila, a gastronomia típica é rojões com papas de sarrabulho, a dança é o folclore e a festa é o S. Pedro, em Junho.

Vivemos numa maravilhosa vila histórica.

 

 

TRABALHO PASSADO POR:

 MANUEL ALEXANDRE DA SILVA MARTINHO

TURMA - E5

3º ANO
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 20:50

Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

A chuva é um fenómeno da Natureza. É no Inverno que chove bastante. O
céu aparece mais nublado, pode haver nevoeiro e as nuvens escuras
começam a mandar gotas de água límpida para a Terra. Se a chuva for em
excesso, podem surgir inundações causando várias destruições.
Mas a chuva também faz falta. Sem ela não haveria vida na Terra. Os
oceanos, os mares, os rios e os lagos não teriam água para os seres
vivos sobreviverem.
Nos dias de chuva, frio e vento devemos usar um vestuário adequado:
gabardina, quispo, botas e não nos podemos esquecer do guarda-chuva.
Apesar de pouca gente gostar de chuva, ela é tão importante como o sol.


Texto passado por Ana Luísa

3º ano

Prof. Conceição
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 21:32

Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Eco - código

Podemos recuperar

Materiais utilizados

Protegendo o ambiente

Avisando toda a gente.

 

Deitar o lixo nos ecopontos

Não devemos poluir

Ajudando o planeta

Aprendendo a reduzir.

 

A atmosfera precisa de nós

Vamos lá ajudar

A limpar a natureza

E também reciclar.

 

A atmosfera precisa de nós

Vamos lá ajudar

A limpar a natureza

E também reciclar.

 

As  eco - escolas

São amigas do ambiente

A nossa é ecológica

Por isso, não é poluente.

 

O ambiente dá - nos  o oxigénio

Para sobrevivermos precisamos dele

Não o podemos desperdiçar

Da ecologia vamos precisar.

 

TRABALHO COLECTIVO:

3º ANO - TURMA E5

PASSADO A COMPUTADOR POR ANA LUíSA
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 18:36

Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010

 

 

 

Turma 1B

publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 21:33

Domingo, 03 de Janeiro de 2010

O Manuscrito Misterioso

Era uma vez dois amigos, a Ana e o André.
Eles foram passear pela floresta e viram castores, lagos,
árvores, flores, frutos silvestres muitas outras coisas.
Mas entraram numa pequena cavidade onde a floresta era muito
densa, nem a luz do sol se via, quer dizer era assustador e
sombrio.Como estava a entardecer resolveram voltar para trás. Só que a
meio do caminho perderam-se, no momento de felicidade avistaram uma
pequena gruta, e resolveram passar lá a noite.
No dia seguinte, acordaram cheios de fome portanto foram apanhar
frutos silvestres só que estavam envenenados.Como tinham comido em
demasia, ficaram com uma grande dor de barriga.De repente veio uma
tempestade infernal, como a chuva era tanta começaram a correr muito
aflitos e avistaram uma casa assombrada rodeada de árvores medonhas e
morcegos. Lá dentro tinha caixões cheios de teias de aranha. Como
chuvia a cantaros, não tiveram opção e esconderam-se lá dentro. O
piano tocava sozinho, as portas batiam com tanta força que ficaram
aterrorizados e fugiram cheios de medo.
Quando estavam cá fora ouviram uivar, e assustados começaram a
tremer. No meio das árvores surgiram lobos cheios de raiva e
esfomeados que os olharam. Eles paralizaram.Nesse momento a Ana e o
André viram enterrado debaixo da terra um manuscrito. Todos apressados
treparam uma árvore e ouviu-se um grande grito pois o André tinha sido
mordido por um grande lobo. A Ana não sabendo o que fazer rasgou o seu
vestido e fez um garrote na perna do André.
Seguindo o caminho deram um salto, apanharam o manuscrito,
abriram-no e de lá saiu uma luz brilhante. Lá estavam escritas coisas
muito antigas e importantes que indicavam um caminho para um castelo.
Só que uma coruja com as suas garras rasgou o manuscrito e entrou a
voar num túnel.
Lá dentro era tudo horrível, do tecto caíam pedras e gotas de
água geladas.
Os seus olhos viam imensa escuridão e apalpando as paredes
seguiam em frente cuidadosamente, chapinhando nas poças de água.
Avistaram a coruja a "penicar" o papel, agarram-na pelas asas
assustando-a e tiraram-lhe o papel e ela fugiu. Ficaram com o papel e
juntando as duas partes puseram-se a caminho.
No mapa estava indicado areias movediças.
O André como era um rapaz muito distraído nem olhou e estava a
afundar-se a passos largos.
A Ana não reparando naquele trágico acidente subiu por outro caminho.
O André aflito viu uma corda e trepou de modo a ficar a salvo e
seguiu o seu caminho.
Quando a Ana reparou que o seu amigo não a seguia correu para
trás sem demora.
Aflita olhou para todos os lados e viu o André a ser mordido por
uma cobra, num relãmpago a Ana correu e salvou-o a tempo.
Felizes seguiram o caminho mas encontram um obstáculo, a água!
Respiraram bem fundo e "pum... pum..." mergulharam e lá viram
coisas espetaculares, peixes coloridos, algas marinhas, focas e muitas
outras coisas. Viram uma arca com um livro onde haviam sido escritos
lindos poemas. Saíram da água todos emocionados e sentaram-se na areia
a ler o livro. De repente repararam que aquele livro não era vulgar
mas repararam que aqueles versos eram pistas de um velho marinheiro
para passar as armadilhas do castelo. Depois de se sucederem inúmeros
acidentes chegaram ao castelo. À primeira vista pareciam apenas velhas
ruinas. Atentos chegaram à divisão principal, havia armaduras, espadas
e entre elas surgiu um monge que lhes explicou que aquela sala era uma
das principais e que havia mais no castelo. Aquela pequena viagem era
agora uma aventura ao castelo.
Passaram dias a escutar as histórias do monge com muita atenção.
Ele disse-lhes que tinha vivido ali um rei muito ganancioso e por isso
tinham de superar alguns testes de inteligência, de coragem e combate.
Em alguns minutos sentiram-se a elevar para outra dimensão, olharam em
volta e viram que já não estavam na sala das armaduras mas sim num
pavilhão de dura batalha. Mais uma vez o monge apareceu e sabiamente e
disse-lhes que tinham que superar as suas provas. A Ana, como era a
mais corajosa e inteligente, levantou a mão e disse que queria ser a
primeira. O monge perguntou-lhe então quantos salões existiam no
castelo e ela acertou. O teste da coragem consistia em passar um
pequeno espaço cheio de chamas. O André virou-se e disse-lhe que fazia
tudo por ela, então, fechou o olhos e passou a correr sobre as chamas.
Reparou que não eram verdadeiras.
O monge baixou a cabeça e disse que o último teste tinham que o passar
juntos, era o teste da batalha. Apareceram guerreiros mas os dois
juntos fizeram um bom par e acabaram com eles. Logo de seguida o monge
desapareceu no ar, assim passaram para outro quarto do castelo,
olharam para as paredes e viram grandes quadros dos reis e rainhas que
lá viveram. Aí encontraram maravilhosos tesouros que deveriam estar
expostos num museu. Depois de afastarem as arcas que tapavam o caminho
apalparam a parede e descobriram uma câmara secreta onde bailavam um
rei e uma rainha na ilusão. Eles sentaram-se numa mesa onde as
chávenas voavam e serviam chã. Espantados resolveram espreitar para o
mapa e viram que debaixo dos seus pés existia assinalada uma cruz.
Saíram de lá na tentativa de encontrar uma coisa importante. Um
fantasma que apareceu e lhes disse que mandava naquilo e que ningém o
derrotava. Ele abanou a cabeça e do nada apareceram os seus súbitos
que começaram a dar ordens a toda gente.
A Ana ofendida a gritar disse-lhes que ele não podia fazer
aquilo, subiu as escadas toda apressada de modo a poder alcançá-lo,
tentou bater-lhe só que ele não era humano e ela caiu pelas escadas
abaixo. O fantasma do Príncipe começou-se a rir.
Entretanto vindo do nada, apareceu o monge e transformou o
fantasma em pedra, de seguida a Ana e o André correram dali a sete
pés. Outra vez vindo da floresta resolveram olhar para o mapa e o mapa
estava mudado de direcção, agora a casa assombrada era quem tinha o
tesouro.De repente apareceu um caminho para o tesouro, mas o André
farto daquilo resmunga com a Ana e sangaram-se. Separaram-se, um foi
pelo mar e o outro pela terra. O André voltou para casa e esqueceu
tudo aquilo que tinha acontecido.
A Ana construiu uma jangada e foi ter a uma ilha deserta.
Durante a viagem à noite aconteceram coisas inexplicáveis.A Ana
magou-se e o seu sangue caiu no mar, logo as piranhas atraídas pelo
sangue começaram a morder a jangada.Nisto apareceu um barco de uns
marinheiros animados, voltou para trás e foi gter com a Ana à ilha
deserta. Na ilha eles descoriram um tesouro abrindo e lá dentro tinha
moedas de prata e ouro e colares. Eles pensaram que tinham ficado ricos.
De repente apareceu um náufrago que tinha um barco cheio de ouro,
mas os naufragos, irritados, começaram a lutar contra eles.
A Ana e o andré atrapalhados deixaram cair o mapa e de lá saiu um
cavalo branco e um cavaleiro que matou os naufragos. Depois chegou à
beira da Ana ajoelhou-se, pegou na mão dela e perguntou-lhe se ela
queria casar com ele. Ela aceitou.
Passados alguns anos eles casaram-se e contruíram uma familia e
tornaram-se reis daquela ilha.
E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE!


Os Traquinas
João, Francisca e Débora
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 20:22


Os dois meninos especiais

Era uma vez uma família muito rica que era composta por doze
elementos: o Pai, a Mãe e os seus 10 filhos.
Um dos filhos, o mais velho tinha sido atropelado aos dois anos e
ficara paralítico.
Ser rico não era lá grande coisa para aqueles filhos, porque os pais
não lhe davam atenção nem carinho, mas sim prendas. Outro dos irmãos,
desgostoso daquela situação decidiu fugir com o seu irmão paralítico e
levou consigo um cão para os proteger do perigo. Preparam tudo para
partirem de madrugada. Não o conseguiram fazer pois o cão tinha lhes
fugido e levaram bastante tempo para o encontrar. Quando já estavam
fartos e cansados de o procurar decidiram partir sem ele para seu
espanto encontraram-no na porta da frente a dormitar.
ALELUIA! Encontramos o cão e agora vamos partir com todos os elementos.
Os pais, estranhando a demora da presença dos filhos ao
pequeno-almoço, ordenaram que dois empregados fossem ao quarto dos
filhos. A empregada voltou com lágrimas nos olhos e os pais
aperceberam-se que algo se passava. Então foram ver o que se passava e
repararam que os seus dois filhos não estavam a dormir. Procuraram-nos
pela casa toda e nem sinal deles. Entretanto os dois irmãos lá
seguiram viagem. Era Inverno e tinha havido uma tempestade e eles
encontraram uma caverna e abrigaram-se juntamente com um gatinho bebé
e outros animais. Eles ficaram deveras admirados e pensaram que tinha
de haver outra entrada. Lá dentro encontraram figuras rupestres e
fosseis de dinossauros e muita lenha!
O tempo estava a melhorar e eles fizeram uma fogueira para cozinharem.
Por fim encontraram uns castros reconstruídos. Nos dos castros existia
uma geleira que tinha iogurtes, sumos e até ovos de dinossauros.
Estava deserta portanto decidiram ficar a viver lá, até porque havia
lá comida.
Os dois rapazes (com uma super cadeira de rodas) resolveram dar um
passeio e de repente avistaram um burro perto de uma lixeira. Também
tinha lá imensos electrodomésticos, móveis e dois colchões.
O Gonçalo (irmão do paralítico) pegou nos electrodomésticos que por
acaso funcionavam a energia solar e no resto dos objectos e carregaram
o burro com eles.
Quando regressaram ao castro despejaram o burro e prenderam-no a um
pau de ferro cheio de ferrugem e mobilaram o castro, comeram um pouco
do que havia na geleira e deitaram-se nos colchões. Como nessa noite
houve uma tempestade apareceu no castro homem de barbas que lhes
perguntou quem eles eram e o que faziam ali. Eles responderam que os
pais deles só lhes davam prendas e não lhes davam carinho.
Eles pediram-lhe para que os deixassem viver lá, enquanto não tinham
lugar para habitar.
Ficaram lá cerca de 2 anos. Brincaram, faziam eco, contavam anedotas,
o velho dava-lhes carinho e também lhes contava histórias para
adormecerem, passado algum tempo partiram à descoberta, mas o homem de
barbas avisou-os que havia um túnel perto caverna. Eles prometeram,
que iam ter cuidado para não caírem lá dentro. O irmão mais novo que é
mais espevitado disse para o paralítico que gostaria de ir investigar
aquele poço. Catrapum!!Catrapum!!! O irmão do paralítico caiu ao poço.
O seu irmão chamou o velho de barbas, chamado Álvaro, ele foi buscar a
sua cana de pesca e estendeu-a ao rapaz para ele subir. O irmão do
paralítico subiu fazendo escalada. O paralítico sorrindo abraçou-o
sorrindo e deu-lhe beijos de alegria.
Como já estava quase de noite o Álvaro decidiu acender a fogueira para
os aquecer e aproveitaram e comeram cereais.
Como já estava de noite a fogueira apagou-se e eles adormeceram. O
Álvaro pegou neles e levou-os para os colchões
No dia seguinte o Álvaro pegou no paralítico e sentou-o cadeira de
rodas para tomarem o pequeno almoço. Acabaram de o tomar e repararam
que o burro tinha fugido. De seguida os dois irmãos decidiram explorar
aquela zona à volta dos castros e viram um túnel. Caminharam horas a
fio até que já se via um pouco de luz, mas não sabiam onde iriam dar
pois tinham vários túneis. Como o cão e o gato andavam pegados o cão
irritado encostou-se a uma parede e uma das pedras abriu-se e
conseguiram ver um pouco dos raios de sol. Eles estavam confiantes que
iriam encontrar um lugar para habitarem.
Quando avistaram num lindo campo de flores, margaridas, rosas,
tulipas, cravos, papoilas, jarros, orquídeas e também animais e vastos
cereais como milho, centeio e trigo. Era uma paisagem paradisíaca, com
muitas cores, caracterizada pelos cereais, flor e animais.
Avistaram também um camponês ao longe e perguntaram-lhe se conhecia
algum orfanato para eles viverem. O homem disse-lhes que não conhecia
nenhum orfanato, mas que eles podiam viver com ele e com a mulher,
pois não tinham filhos e era desejo de ambos terem uma companhia.
Ficaram todos felizes, o paralítico e o João por terem encontrado uma
família onde reinava a alegria, amor, carinho e muita solidariedade. O
Camponês por ter encontrado a companhia que sempre desejara. Até que
chegou a esposa do camponês e estranhou, pois nuca tinha tido filhos,
e essa era uma antiga paixão. O homem explicou-lhe que eram garotos
que tinham fugido de casa e não tinham família. A mulher adoptou-os
com entusiasmo
Um dia antes da festa de Natal a esposa estava a preparar tudo às
escondidas para ser surpresa, e fez tudo para eles não suspeitarem de
nada.
Quando Chegou o dia de Natal, a esposa não tinha dinheiro para comprar
prendas, mas tinha muito carinho, amor e alegria para dar. Passaram o
Natal juntos, a jogar ao peão, e ao rapa com pinhões que tinham
colhido das pinhas do quintal. Foi um Natal inesquecível, para todos.
No dia seguinte tomaram o pequeno-almoço e decidiram com ir com o
camponês e com a esposa, que era feirante até à feira para ver como é
que estava a decorrer.
Eles gostavam muito de sair da sua casa nova, mas também tinham muitas
saudades dos seus pais biológicos.
A casa onde viviam actualmente era bonita estava toda decorada, tinha
muitas flores, e era também limpa e airosa.
No domingo tinham ido a um sitio novo onde os seus pais biológicos
nuca o tinham levado que era a igreja. A mãe adoptiva mando-os rezar,
mas eles responderam-lhe que não sabiam, pois os seus pais verdadeiros
nunca os tinham levado à igreja.
A mãe ensino-os e eles adoraram, adoraram e ficaram gratos pela
atenção, dada pela família que não os conhecia e aceito-os como seus
filhos verdadeiros.
A Amizade das pessoas, não se avalia pelas prendas mas sim pelo amor e
o carinho prestado nesta família. Porque não devemos ser indiferentes
à diferença!




Os amigos
Gonçalo, Barbara e Bruna
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 20:21


O resgate do Pai Natal

Num grande dia de neve, estava o Pai Natal a
acordar quando por trás dele lhe puseram uma venda. O Pai Natal com
medo que lhe acontecesse alguma coisa deixou - se levar.
O duende João viu tudo e tentou segui-los, mas nevava tanto que não
conseguiu avançar, então viu os duendes raptores a irem até ao Bosque
Mágico. Como não conseguia andar mais foi avisar umas crianças que já
tinham participado em várias aventuras com o Pai Natal e que o
conheciam perfeitamente, que se chamavam: Eduarda, Raquel, Catarina e
André.
As crianças não acreditaram, mas foram tentar descobrir se era
verdade. Então viram uma fábrica de brinquedos e pensaram que o Pai
Natal estava lá, mas não estava.
No dia seguinte prepararam-se para uma grande aventura. Foram
procurar o duende João que lhes disse que os raptores tinham ido pelo
Bosque Mágico. Eles foram até lá, mas o duende decidiu ficar na
fábrica para fazerem os brinquedos.
No Bosque Mágico, encontraram belas e formosas criaturas que falavam
português.
Então como a Raquel se dava bem com os animais foi perguntar-lhes se
tinham visto o Pai Natal a passar por lá. Um belo e fofo coelhinho
disse-lhes que eles foram em direção até uma Ilha, que ficava próxima
do Bosque Mágico. A Eduarda, a Raquel e a Catarina disseram que essa
Ilha era muito perigosa. No entanto decidiram ir até lá!
A Eduarda pensava que ía ser fácil sair daquela Ilha, mas de repente
caiu em areia movediça. Ela começou a gritar e o André feito homem
forte foi ajudá-la. Quando o André ajudou a Eduarda ela ficou muito
agradecida e disse-lhe que se lhe acontecesse alguma coisa ela iria
ajudá-lo. De repente a Catarina encontrou a bota do Pai Natal e
começou a chamar os amigos.
Os amigos foram ver o que se passava e viram várias pegadas da bota
do Pai Natal, que iam até á floresta Pica-Pau, o André estava vestido
de castanho e então estava lá um pica-pau que pensou que André era uma
árvore e picou-o. Como a picadela lhe doeu muito, ele deu um grande
berro e a Catarina, a Eduarda e a Raquel assustaram-se, e foram ver se
ele estava bem.
O André ficou tão magoado que já tinha lágrimas nos olhos. Ele
sentiu-se mesmo mal, mas quando viu o chapéu do Pai Natal começou a,
vitória! Feito estérico.
Quando encontraram o chapéu andaram às voltas, para ver se encontravam
algum sinal do Pai Natal. Foram até ao meio da ilha. Lá deram conta
que havia um rio e não tinha uma ponte para passarem para a outra
margem, tinham de atravessar o rio a nado.
Mas havia um pequeno problema é que no rio existiam piranhas e então
eles não sabiam como atravessá-lo.
De repente viram uma árvore inclinada, que chegava quase até à outra
margem da ilha.
Entretanto o André, agarrou-se a um ramo da árvore e passou de
seguida as três amigas, tentaram imitar o amigo, mas quando chegou a
vez da Raquel ela desiquilibrou-se e ia caindo ao rio. Por sorte a
Eduarda ainda estava próxima dela e agarrou-a.
Na outra margem viram uma carta e decidiram apanhá-la.
A Raquel apanhou a carta e leu o nome de Pai Natal, mas de repente
apareceu um pássaro e levou-a. Os amigos seguiram-no e perceberam que
ele era amigo dos duendes que raptaram o Pai Natal, assim eles
seguiram-no e caíram uma armadilha.
O duende pôs-se a rir deles, despistou-se e caiu à beira de uma
árvore com uma armadilha e ficou preso.
Os amigos viram uma chave pendurada num ramo de uma árvore. A
Catarina tentou abanar a árvore para ver se a chave caía e conseguiu.
Entretanto o duende tentou apanhá-la, mas Catarina era uma rapariga
veloz, conseguiu agarrar a chave, antes do duende malvado.
Rapidamente a Catarina abriu a jaula onde tinham ficado presos e os
quatro amigos começaram a correr. A Eduarda viu a carta no chão e
apanhou-a.
O duende viu-a a apanhar a carta e foi atrás dela mas como era um
duende não a conseguiu apanhar
Os quatro amigos estavam de tal maneira desesperados que nem sequer
pensaram duas vezes e passaram logo por uma corda para o fim da Ilha.
Do outro lado havia uma ponte e o André, a Eduarda e a Raquel
atravessaram a ponte sem problemas mas, a Catarina desiquilibrou-se e
caiu.
Os amigos deram pela falta da Catarina e pensaram que ela se tinha
magoado, mas a Catarina estava bem.
De repente a Catarina, com viu pedra, com a gravura de uma gruta. A
Catarina tentou empurrar a pedra, mas não conseguiu então chamou os
amigos para a ajudarem. E em conjunto conseguiram empurrar a pedra
onde descobriram uma passagem secreta.
Os quatro amigos aventureiros e corajosos entraram na gruta.
Já lá dentro, viram uns gatos muito belos, peludos e fofos e
decidiram pegar neles.
Mas de repente transformaram-se em tigres e eles fugiram aterrorizados.
Os quatro amigos encontraram um túnel onde se meteram e saíram à beira
do esconderijo dos duendes.
Como os duendes estavam a preparar o jantar, os meninos aproximaram-se
do Pai Natal e soltaram-no.
As crianças esperaram que anoitecesse.
Quando anoiteceu o Pai Natal disse às crianças que o trenó estava
guardado numa gruta ao lado e eles lá foram pegaram no trenó e no Pai
Natal.
Assim foram buscar as prendas à fábrica e seguiram com o Pai Natal
para distribuírem as prendas.
Eles conseguiram salvar o Natal a milhares de crianças as prendas
porque soltaram o Pai Natal e ajudaram-no a distribuir, porque o trenó
tinha um pó mágico que os levava de imediato para os sítios que
desejassem.


AS AVENTUREIRAS
Eduarda, Raquel Alex e Catarina
publicado por EB1 do Pinheiral - Taipas às 20:19


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Que lindo que ficou !! devia de estar uma delicia ...
eo melhor poema que eu ja pesquisei parabens
Do Pai NatalOlá Catarina :)Parabéns ! Continua ass...
Está muito bonito!!! Tem criatividade a Margarida!...
Excelente projecto. Como diz o ditado " Mais vale ...
Olá, Leonor!Hoje ainda não te posso dar informaçõe...
POSSO SABER QUANDO É A APRESENTAÇÃO DOS ALUNOS DO ...
Posso saber quando é a apresentação dos meninos do...
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